terça-feira, 4 de novembro de 2014

Crítica: O Melhor de Mim


Ficha técnica:

Título: The Best of Me (Original)
Ano de Produção: 2014
Dirigido por: Michael Hoffman
Elenco: Gerald McRaney, James Marsden, Liana Liberato, Luke Bracey, Michelle Monaghan
Gênero: Romance
Nota: 8,5

SinopseAdolescentes, Amanda (Liana Liberato) e Dawson (Luke Bracey) se apaixonam. O pai da garota não aprova o relacionamento e, com o passar do tempo, os jovens acabam se afastando e tomando rumos diferentes. Duas décadas mais tarde um funeral faz com que os dois (Michelle Monaghan e James Marsden) voltem à cidade natal e se reencontrem. É o momento de ver se os sentimentos persistem e avaliar as decisões que tomaram na vida.

Se você estiver procurando um daqueles filmes sem mel e açúcar e com algo de especial, não recomendo esse. Já conhecemos o drama de Nicholas Sparks e esse é mais um que segue seu roteiro.

O filme em si é bom, tráz aquele gostinho de amargura ao final que agrada muita gente. Não sou fã de romances, porém gostei da história não ter seguido os padrões de finais felizes e surpreender sempre que achamos que já tinha acontecido tudo que podia haver. Embora ele seja trabalhado em bastantes "coincidências", o que deixa o filme mais meloso, ele consegue nos comover com o casal Dawson e Amanda interpretados na juventude por Luke Bracey e Liana Liberato.

O longa continua com seus padrões estilo melodramático com direito a beijos na chuva e cenas românticas com pássaros e jardins aos fundos. Fica visível o quanto ele tenta nos mostrar que o casal merece ficar juntos, cometendo o erro de cair no clichê da velha história da mocinha rica e do galã pobre. Alternando em passado e presente o filme se passa em dois tempos, (o que não significa muita coisa já que desde as roupas e o cabelo dos personagens remetem á adolescência), o enredo se desenrola com algumas surpresas, insere situações aleatórias dramáticas, músicas tristes de fundo na intenção de arrancar lágrimas dos telespectadores e que funciona se você for do tipo "chorão" para certos tipos de filmes.

Um filme recomendado para ver em casal, mais uma vez a trama agradará o público que procura um drama bonitinho com repetições sobre a palavra "amor" e aquele gostinho de um final meio que "impossível" porém emocionante e triste.



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